seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

A MORTE NÃO EXISTE!
(Um Despertar Para Uma Nova Civilização Planetária)     
 

Na vida, ao contrário do xadrez,
 o jogo continua depois do xeque-mate.
(Isaac Asimov, escritor e bioquímico russo).

 

  Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal!

  Abordaremos aqui um tema que tem sido um dos maiores objetos de preocupações desde o início da civilização: A SOBREVIVÊNCIA DA PERSONALIDADE APÓS A MORTE DO CORPO FÍSICO. É o tópico central atualmente utilizado pelas megaempresas eclesiásticas do Brasil para fazer proselitismo e tem sido foco de inúmeras e intermináveis discussões filosóficas e pseudocientíficas. Ainda mais controvérsias existem no âmbito da ciência materialista convencional (a ciência “oficial”) quanto à possibilidade de estudar cientificamente a sobrevivência após a morte.

  Neste breve trabalho, naturalmente, não pretendemos esgotar o tema, mas apresentar uma introdução muito breve, mas suficiente para dissipar dúvidas e incentivar reflexões nos leitores/leitoras já situados no portal da despedida da crença religiosa, além daqueles que efetivamente já a tenham superado. A leitura de seu conteúdo deve ser complementada com a de outro artigo “A Finalidade das Múltiplas Existências e o Real Sentido da Vida Humana”, disponível no link abaixo.

  Atenção: para entender de fato por que superar a crença religiosa é uma necessidade evolutiva, leia atentamente o artigo A Origem da Crença Religiosa, disponibilizado em Tópicos Recentes do site www.salvesequemsouber.com.br

  Advertência aos leitores/leitoras incautos e ingênuos: atualmente, no início do novo milênio e em plena Era da Desinformação, nota-se por quem “tem olhos de ver e ouvidos de ouvir”, um esforço deliberado dos agentes lavadores de cérebros de impedir que os verdadeiros fatos e os detalhes de — A MORTE NÃO EXISTE — tema fundamental para o autoconhecimento (o mais importante de todos os conhecimentos) e a autolibertação, se tornem conhecidos da população oprimida, imersa na miséria, cansada de ser enganada por políticos desonestos e líderes religiosos hipócritas e arrivistas.

  Nas palestras e entrevistas, nos artigos e livros de psiquiatras e psicólogos que são religiosos ou ateístas céticos radicais, o que se ouve ou ler é sempre a mesma história, o mesmo discurso: não há nenhuma “evidência científica” de que a consciência continue após a morte do corpo físico. Portanto, ela é inexistente, sendo ilógica ou incognoscível.

  As razões que esses profissionais e cientistas apresentam para se tornarem e permanecer ateístas e céticos radicais são superficiais, irracionais e sem integridade intelectual. É glamoroso fazer parte do aristocrático mundo secular. Além do mais, suas motivações foram, e ainda são, um lugar comum entre os intelectuais especialmente cientistas sociais (isso inclui psicologia, filosofia, sociologia, ciência política, direito, antropologia etc.). Para o estudioso e conhecedor das verdades relativas de ponta, é óbvio a omissão dessa turma culta, mas ignorantes dos conhecimentos obtidos nas recentes pesquisas científicas relacionadas ao tema. Este é um fenômeno que vem ocorrendo desde o meado do século passado.

  Às vezes, a causa da omissão decorre do medo de expor um traço deficiente da personalidade que se quer manter escondido. A preocupação está em resguardar a própria imagem, não se importando se isso irá prejudicar os outros. Outras vezes, a matriz da omissão é o comodismo. É importante enfatizar o aspecto mais trágico da omissão (a mal-intencionada) — aquela em que o indivíduo detém a informação e não revela, esperando que as consequências dos fatos lhe tragam vantagens de qualquer tipo. É uma conduta doentia, antievolutiva e anticosmoética.

  Alterar esse modelo ultrapassado de discurso significa mudar o paradigma pessoal nas abordagens dos fenômenos de um modo geral. Foi exatamente isso que vez Carl Jung e muitos outros gênios de mente não aprisionada por preconceitos. Essa é uma mudança difícil para profissionais, cientistas e estudiosos, mesmo quando lhes são apresentados todos os fatos.

  Por exemplo, um psiquiatra ou psicólogo não vai renovar rapidamente suas bases paradigmáticas porque sua biografia está envolvida. Há filhos, família, colegas e a sobrevivência econômica em jogo. Contudo, as mudanças acontecerão a partir da renovação das gerações, ou seja, com a morte dos pesquisadores veteranos de mente fechada pelo ceticismo extremo e o nascimento de jovens com ideias mais renovadas.

  É aceitando as incertezas e abandonando o dogmatismo cego que leigos e cientistas poderão continuar a progredir e a se transformar. E não por meio de um ceticismo radical que funciona como cinto de castidade para a ciência. Para os adeptos do ceticismo radical, não há antídoto, exceto o tempo. Toda consciência é passível de mudança, mas nem sempre se encontra no momento ou na dimensão mais adequados para a apreensão de nova informação.

  Portanto, você jovem leitor/leitora pertencente à Geração Muda Brasil lembre-se sempre da seguinte sabedoria: acreditar ou não, sem raciocinar, () em pessoas que negam os fatos que embasam nossa imortalidade (ou quaisquer outros) sem conhecimento de causa (independentemente serem elas algum tipo de autoridade ou especialista); () no que se vê, ouve e lê na televisão, na internet, nos livros, jornais e revistas — demonstra a fragilidade da autoconfiança.

  A falta de reflexões mais profundas sobre questões prioritárias para o sucesso na Escola da Vida não permite formar pontos de vista e opiniões seguras, tornando a pessoa mais suscetível à onda dos modismos em vigor e às inculcações, doutrinações ou lavagens cerebrais. Aceitar ou não uma crença ou teoria é uma atitude bastante relativa. Mais importante do que aceitá-la ou negá-la, é ter experiência prática quanto ao significado real dessa teoria. A EXPERIÊNCIA É A ÚNICA PROVA INCONTESTÁVEL! 

Por que as pessoas simplesmente preferem acreditar cegamente em IDEIAS
INJUSTIFICADAS SOBRE A MORTE em vez de buscar evidências mediante o exame racional?
Você, leitor/leitora, se omite em relação às suas experiências parapsíquicas já ocorridas?
Tem vergonha ou medo de contradizer a crença dos pais ou da religião?
Qual o motivo dessa vergonha ou desse medo?
A falta de leitura crítica é um dos responsáveis por esse estado de coisas!

 

 

NEGANDO E SE ATRASANDO  

Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota

verdade que nos amarga. (Denis Diderot, filósofo e escritor francês).

  

  Os jovens leitores/leitoras de mente aberta aprenderão também que todo atraso moral da Humanidade, absolutamente todo, dos últimos 2000 anos, deve-se a um único fato incontestável: o NEGACIONISMO da dicotomia existencial mais primária e compulsória, MORTE / RENASCIMENTO, pelas religiões (no mundo ocidental, aquelas ditas “cristãs”, com exceção da religião espírita) um tema amplamente analisada de modo técnico pela Conscienciologia, a revolucionária e autolibertadora neociência, o “elo perdido” capaz de conectar a ciência materialista convencional (a ciência “oficial”) com as religiões dogmáticas negacionistas. 

  Nesses termos, entra em cena o fato de que todo ser humano tem alguma posição sobre o que acontece após o último suspiro, e querendo ou não sua visão a esse respeito influencia todas as demais áreas do seu viver. Em princípio somos seres integrais e não podemos separar nossa visão sobre a morte da visão que temos acerca da vida humana. Vejamos um exemplo esclarecedor como essa visão afeta a nós e toda sociedade. 

  É bem provável que muitas pessoas — cansadas da pressão do dia a dia, de trabalhar honestamente, fazendo o que não gosta, ganhando o suficiente para mal pagar as despesas essenciais, sem tempo para conviver com quem lhes dá prazer, ou sem dinheiro para desfrutar das coisas boas da vida — tomem a decisão de mudar suas vidas, de se livrar dessa servidão moderna, baseadas em uma das 2 crenças seguintes, muito populares nos tempos atuais: 

1.    A primeira crença é uma opinião sustentada como verdadeira tanto por ateístas como religiosos: eu sou mortal e a vida é curta; por que devo continuar neste modo de vida escravizado, passivo, alienado? 

2.    A segunda crença contrária seria: sou imortal, tudo tem uma razão de ser, e todas as nossas ações têm consequências futuras, boas ou más, nesta e nas próximas existências, pois à vida segue a morte e à morte segue a vida. 

  Comente sobre os efeitos (para a sociedade, para a pessoa e sua família) que essas crenças antagônicas teriam sobre a decisão de mudar de vida. Dê exemplos de resoluções que uma pessoa com a primeira crença tomaria, que outra com a segunda se recusaria a fazer. Leia atentamente os parágrafos seguintes antes de comentar. Dica: uma pessoa com a segunda crença provavelmente refletiria profundamente antes de suicidar-se, como uma forma de livrar-se das adversidades impostas pela Escola da Vida! 

  Ao citar o “ATRASO MORAL” da humanidade, não estamos repetindo o erro de saudosistas de “criticar e culpar o presente e admirar o passado”, um hábito profundamente arraigado na natureza humana; não estamos nos referindo à suposta “decadência moral” da humanidade e, sim, aos seguintes comportamentos dos agrupamentos humanos, perfeitamente evitáveis, caso tivéssemos uma visão real do nosso destino, da nossa responsabilidade em face da vida e do mundo, como seres interdependentes que somos: 

·  O darwinismo social, as diversas formas de escravidão do passado e presente, os genocídios, o imperialismo, o nazismo, a eugenia. 

·  O terrorismo de grupos e os promovidos por Estados, a segregação racial, a Inquisição, as sangrentas guerras religiosas e as duas Grandes Guerras Mundiais. 

·  A paranóia do “tudo vale” imposta pelo capitalismo selvagem, a prosperidade de poucos a partir da manutenção da escassez e da pobreza de muitos e a construção de gigantesco arsenal atômico capaz de destruir toda a vida no planeta. 

  No início do novo milênio, 20% dos cientistas convencionais dedicam trabalho consciente, talento e vastas somas de dinheiro público, financiado pelos governantes para descobrir ou aperfeiçoar armamentos, aviões de guerra, mísseis e técnicas de genocídio. QUE TIPO DE CIÊNCIA É ESSA? É aquela cujos cientistas são adeptos do materialismo e do hedonismo (doutrina moral, em que a busca pelo prazer é o único propósito da vida) e da crença que a vida é curta para ser desperdiçada com ações altruístas. 

  Individualmente, esse “atraso” poder ser observado nos comportamentos niilistas e antiuniversalistas das pessoas de todas as classes sociais, em todas as épocas e em quase todas as sociedades, tais como: 

·   O preconceito racial e contra os pobres, o machismo, o fanatismo e a intolerância religiosa, o egoísmo exacerbado, a avareza, a ganância. 

·  Os crimes hediondos cometidos por líderes religiosos e o desrespeito às leis pelos cidadãos e agentes públicos. 

·  Se aceita como algo irremediável que a mentira e a desonestidade sejam formas de subsistência; que tirar proveito dos outros seja a única maneira de que eles não se aproveitem de nós; que a ironia malévola se anteponha à sinceridade, e a falsidade seja valorizada em detrimento da autenticidade. 

·  Se aceita a ideia de que tudo é permitido, que impere a “lei do salve-se quem puder mais”, que não há princípio moral válido, e que o oportunismo é o único princípio diretor da vida. A vida social é reduzida às necessidades individuais de conforto e bem estar nos moldes do capitalismo consumista. 

  Tanto individual como coletivamente, o ser humano transformou-se na obra-prima da Natureza e em enigma a seus próprios olhos. Conquistou o privilégio maravilhoso de poder conhecer-se e a prerrogativa trágica de aniquilar o seu semelhante por motivos fúteis e egoístas (fato sem paralelo na escala zoológica) e ser o pior inimigo de si mesmo. 

  Nota: em verdade, estes comportamentos não são “atrasos”, mas imaturidades inerentes da condição humana em determinado momento da marcha evolutiva, o único ser dotado de razão, de raciocínio, imaginação e de CONSCIÊNCIA em contínua evolução consciencial (ver artigo que aborda essa evolução). 

  Esse nível de atraso moral das consciências planetárias pode ser avaliado pelas suas ações diárias, ano após ano, desde o início da civilização, ao longo dos séculos e milênios, contra si e os seus semelhantes, iguais às irracionalidades e aberrações morais citadas acima, em que o ser humano parece absurdo e inexplicável aos olhos do seu próximo. 

  Vejamos outro exemplo incontestável e que não deixa dúvidas quanto ao “ATRASO MORAL” da Humanidade. Você concorda leitor/leitora que entre as mais determinantes características atribuídas à religião está a suposta tarefa de pacificar o coração humano? 

  Que essa influente instituição, lavadora de cérebros, é conhecida como a principal porta-voz dos direitos humanos ao redor do planeta, inspiradora de valores sublimes e necessários ao bem estar humano, como amor, compaixão, esperança, perdão incondicional, paz, fraternidade universal, individualidade entre outros? 

  No entanto, essa mesma instituição é, paradoxalmente, protagonista de grande parte dos conflitos bélicos da sangrenta história da Humanidade. No início do novo milênio o que mais mata no mundo não é o câncer e nem outras doenças incuráveis como muitos pensam. Estatísticas e pesquisas confiáveis apontam que as guerras de conflitos religiosos, criadas, sustentadas e movidas por interesses políticos espúrios, estão, desde as cruzadas medievais, entre as maiores responsáveis pelos genocídios modernos. 

  Não é só através da guerra que as religiões continuam matando. Quando o representante máximo de uma determinada religião visita os países africanos, onde milhares de pessoas são dizimadas pela AIDS todos os anos e se opõe ao uso da camisinha ele mata mais do que uma ação terrorista do Estado Islâmico. 

  Detentores do poder religioso são capazes de intimidar, encarcerar, expulsar e mesmo matar em nome da “pureza da fé”. O uso do terrorismo, da perseguição e de conflitos armados em nome da religião pode ser visto atualmente, no início do novo milênio, em várias regiões do planeta. Que tipo de religião é essa?

  É aquela cujos líderes e seguidores são antiuniversalistas! Ou seja, sustentam detenção de posse da verdade absoluta e compactuam com apriorismos, corporativismo, desonestidades, dogmas, facciosismos, falsidades, fanatismos, hipocrisias, idolatrias, maniqueísmo, nacionalismos, paroquialismos, preconceitos, proselitismo, provincianismos, racismo, sectarismos e segregação.

  

HIPÓTESES SOBRE A MORTE  

A vida na Terra é guerra: ou você vence ou é vencido. 

(Bispo Edir Macedo, o anticristo Fundador-líder da Igreja Universal do Reino de Deus). 

A questão de o que acontece durante e após a morte, ou o que acontece "uma vez morto",
é uma interrogação frequente, literalmente uma questão latente na psique humana.
Tais questões são atuamente abordadas considerando-se 3 hipóteses:

 

 1ª) Hipótese – (A Morte e o Juízo Final) 

  A consciência sobrevive após a morte, mas não admite a sucessão ou série de existências interconectadas, o que leva diretamente às tentativas de negação da Pluralidade de Vidas (reencarnação). Essa hipótese é a que encontra corroboração das religiões cristãs, e se for verdadeira a consciência tem apenas uma existência para preencher a oportunidade de aprendizagem na Terra, um planeta escola-hospital. Ao final da vida terrena, no Juízo Final a consciência é levada à presença de “Deus” a fim de ser julgada merecedora ou não de habitar a eternidade na gloria celestial. 

2ª) Hipótese – (Morreu Tudo Acabou) 

  A consciência tem uma origem física e encontra-se atrelada ao cérebro. Sendo assim, o cessamento da atividade cerebral significaria o final da existência do indivíduo, não havendo nada após isso. Essa hipótese é a que encontra corroboração da comunidade científica atualmente, e se for verdadeira, a vida cessa de existir no momento da morte. Segundo os cientistas ateístas, “Deus não é testável e por tal a ciência não entra no mérito de Deus”. 

3ª) Hipótese – (Há Vida Após A Vida Humana) 

  A consciência é MULTIEXISTENCIAL. A vida humana atual é apenas uma dentre as várias existências da consciência. Já vivemos muitas vidas no passado e viveremos muitas outras no futuro. Em Conscienciologia, essa série de existências da consciência recebe o nome de seriéxis. A consciência não é o resultado do funcionamento do cérebro. 

  Se esta hipótese for verdadeira, certamente há uma existência da consciência após a morte e não obstante também antes da vida física, o que leva diretamente às tentativas de validação da sucessão ou série de existências conectadas (reencarnação). Essa hipótese é a adotada na Doutrina Espírita e por várias outras doutrinas espiritualistas. 

  A Conscienciologia não se baseia em revelações divinas; se utiliza do emprego do PARAPSIQUISMO, que não deve ser confundido com a mediunidade (parapsiquismo religioso), especialmente do recurso da PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA de maneira lúcida, para constatar 3 fatos que correspondem à realidade evolutiva da consciência: 

.  A morte biológica é apenas o descarte do corpo físico, fadado a desaparecer para sempre (ou transformado em alimento dos vermes necrófagos). 

.  A consciência não morre, mas tampouco se transforma num passe de mágica, em algo totalmente diferente do entendimento que tinha de si mesma quando estagiava na dimensão terrena. 

.  A grande percentagem (cerca de 80%) das consciências que estagiam na dimensão extrafísica atua ao modo de vampiros energéticos, sofrendo de parapsicose pós-morte. São também responsáveis pelo assédio interconsciencial (isto é, a invasão ou intrusão doentia de ideias, emoções de uma consciência sobre outra). 

  Atenção: a palavra consciência utilizada na Conscienciologia não tem o mesmo significado daquele usado pela Psicologia, Neurologia ou Psiquiatria que a consideram uma qualidade da mente, qualidade psíquica, um atributo do pensamento humano. A consciência pode ser entendida como sinônimo de ser, ego,alma,espírito,self, psique, personalidade ou sujeito e o princípio inteligente do universo, individualizado, em constante evolução. 

 

 A Morte e o Juízo Final 

Não acredito em Juízo Final, por isso não preciso passar toda minha vida 

temendo o inferno, ou aspirando o céu. Quaisquer que sejam
      as torturasdo inferno, penso que a chatice do céu seria ainda pior.
(Isaac Asimov, escritor e bioquímico russo). 

 

  Relacionar a morte do corpo físico () à crença de um julgamento do ser humano, tendo Deus como juiz e levando em conta os atos praticados em vida por este, () com a possível condenação ao inferno, é comum em quase todas as religiões do Mundo. Esta estratégia é, sem dúvida alguma, A MAIS PODEROSA E EFICAZ FORMA DE CONVENCIMENTO JÁ INVENTADA NA TERRA, um planeta escola-hospital, sendo amplamente utilizada para lavar o cérebro de pessoas desprovidas de senso e raciocínio crítico (a massa humana impensante), seja ela instruída ou analfabeta. 

  Associe essa estratégia à “Técnica de Goebbels”, Ministro da Propaganda nazista (que provou com fatos que uma mentira repetida mil vezes ao ouvido do ignorante, do ingênuo ou do incauto se transforma numa “verdade” incontestável) e está criada a FÓRMULA MATEMÁTICA INFALÍVEL E CRIADORA DA “GALINHA DE OVOS DE OURO”, ou seja:

  CJP + TG = DI  

CJP = crença no Juízo Particular / TG = Técnica de Goebbels 
DI = Dízimo Irrestrito (cuja coleta é totalmente isenta de pagamento de impostos)

  
  Esta fórmula é responsável pelo slogan —
 TEMPLO É DINHEIRO — utilizado subliminarmente pela maior denominação neopentecostal do Brasil (a Igreja Universal do Reino de Deus) em sua  Doutrina da Prosperidade que recruta jovens “pastores” para fazer proselitismo 24 horas/dia, 7 dias na semana e atrair fiéis ansiosos por sucesso financeiro.   Eis a explicação para a rápida e avassaladora multiplicação de templos evangélicos de estirpe neopentecostal em todo o Brasil, quebrando assim o multissecular monopólio católico.

  Qualquer um fiel que conteste a moralidade ou legitimidade desta “fórmula mágica” (leia-se: se recuse a ser um dizimista) é considerado um HEREGE ou BLASFEMO, passível de expulsão da empresa-igreja eclesiástica e sujeito a conviver eternamente após a morte junto a Satanás nas profundezas do Inferno, imaginado ao modo de lagoa flamejante. Cristãos liberais de nível educacional superior, no entanto, preferem interpretar a recusa do dízimo ao modo de “eterna frustração” da consciência obstinada em rejeitar o “amor divino”. 

A SEGUNDA MAIS PODEROSA E EFICAZ FORMA DE CONVENCIMENTO E LAVAGEM
CEREBRAL JÁ INVENTADA é citar a
Bíblia como sendo “a palavra de deus”.
 Realmente um argumento que nenhum crente jamais ousa contestar.

 

  Contudo, são pouquíssimos os indivíduos que sabem do seguinte detalhe: desde que a personalidade conhecida como “São Jerônimo” traduziu a Bíblia a mandado do Papa Dâmaso I, ele já informava das alterações impostas aos textos pelo Vaticano. Pior ainda: de acordo com o erudito Jason David BeDuhn, professor-associado de estudos religiosos da Universidade do Norte do Arizona, EUA, o público em geral desconhece que as diversas traduções dos trechos polêmicos da Bíblia dos originais em hebraico, aramaico e grego (línguas mortas e dificílimas de traduzir) são inexatas e tendenciosas, muitas palavras foram adicionadas ou excluídas no sentido de mudar o sentido desses textos.

  Numa dessas manipulações tendenciosa do “livro sagrado”, cita-se que aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o JUÍZO FINAL, que confirma a sentença recebida por cada pessoa no seu JUÍZO PARTICULAR 

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, 

vindo depois disso o juízo," (Hebreus 9:27). 

  Segundo a doutrina católica e algumas ramificações protestantes, o JUÍZO PARTICULAR é o momento em que a alma, que se separou do seu corpo imediatamente após sua morte, define se ela vai para o Céu, Infernoou Purgatório. Esse "juízo" é visto não como uma ação arbitrária de Deus, mas sim uma concessão à alma de ter consciênciado que foi a sua vida terrestre. Após essa intuição ou revelação particular, que é realizada por Jesus Cristo, a alma será destinada a estar em um dos 3 locais: 

a)    No Paraíso (ou Céu), onde é impelida a permanecer junto a Deus. A alma alcança este premio da salvação só se ela se arrepender dos seus pecados, aceitar Deus e o seu amor e estiver em estado de graça, isto é, sem "manchas" de qualquer pecado; 

b)   No Purgatório (de acordo com a Teologia da Igreja Católica), que é um estágio de purificaçãoe eliminação das "manchas" de pecado, que são principalmente as penas temporais (consequências, o mal realizado) devidas aos pecados veniais ou mortais já perdoados, mas para os quais não foi feita expiação suficiente durante a sua vida. Após a purificação devida, as almas entram imaculadamente no Paraíso; 

c)    No Inferno, onde é impelida a permanecer longe da presença de Deus. A alma alcança esta condenação definitiva só se ela se recusar livremente Deus e o seu amor, bem como a graça divina da salvação e da santidade.

   No Cristianismo JUÍZO FINAL (aquele que irá reunir toda a humanidade) será o julgamento por Deus de todos os seres humanos que passaram pela terra e não aceitaram a Jesus Cristo "o Filho de Deus", como o seu Salvador. Esse evento seria precedido pela ressurreição dos mortos e pela volta gloriosa de Jesus no fim dos tempos, para presidir o Juízo Final, conforme creem as várias religiões cristãs e muçulmanas, inclusive sincréticas e esotéricas.

   O JUÍZO FINAL confirma a sentença efetuada no JUÍZO PARTICULAR de cada indivíduo. Ocorrerá também aressurreição final dos mortos, onde todas as almas voltarão a juntar-se com o seu corpo, mas já imortal. Todos os ressuscitados que merecem o Paraíso passarão a viver no Reino de Deus, que também se irá realizar-se plenamente neste momento dofim do mundo e que corresponde aos novos céus e à nova terra prometidos por Jesus de Nazaré.

  A crença no juízo final pode trazer algum consolo para os crentes, contudo crenças como o medo do Inferno torna a morte algo muito mais temido. Esse MEDO DA MORTE (tanatofobia) é, sem dúvida alguma, uma motivação importante para o desenvolvimento da crença religiosa e o proselitismo das religiões organizadas.

A raiz do fanatismo religioso (entendido como devoção cega) é o medo da perdição eterna.
E o DOGMA DO INFERNO — uma consequência do medo da morte, o pai e a mãe

de todos os medos e fobias humanas — transformou-se no mais poderoso

instrumento de subjugação psíquica de todos os tempos.

  

  É interessante observar que, a despeito de a maior parte da população brasileira acreditar em Deus e no Juízo Final, dificilmente encontramos uma pessoa preocupada com a sua alma, com o seu aperfeiçoamento moral e com as repostas para as cinco perguntas clássicas da filosofia: Quem és? O que és? De onde vens? Que fazes aqui? Para onde vais após a morte? São conceitos tão estranhos quanto o de cidadania ativa e o conhecimento da realidade social do Paraíso Tropical. 

  Assim, é fácil de entender porque o TEMOR DA MORTE ou tanatofobia está entre as maiores angustias humanas causadoras da dependência religiosa. Nas religiões, a morte corporal é um tema central ao redor do qual se constroem as esperanças de salvação e as ameaças do inferno.

  Embora tenham o crédito de afirmar a sobrevivência da consciência além do corpo físico (em oposição à visão ateísta negadora da transcendência), as seitas religiosas transformam os eventos pós-morte em objetos de fé, cercados de rituais obscuros e promessas injustificadas e irracionais, possibilitando a dominação e lavagens cerebrais dos ignorantes e inseguros. 

 

MORREU, TUDO ACABOU! 

(Ausência de Finalidade da Existência)

Se a morte é o fim, então tudo é permitido. 

 

  Você concorda leitor/leitora que quando alguém usa a palavra “MORTE” significando o “FIM DA VIDA HUMANA” essa pessoa está se referindo à desativação do corpo físico, ou seja, ao processo irreversível de cessamento das atividades biológicas necessárias à caracterização e manutenção da vida humana? Após esse processo, o sistema denominado de corpo humano não mais vive; “fechou os olhos para sempre” como diz o ditado popular. Encontra-se morto. Até aqui, tudo em perfeita harmonia com as leis que regem o Universo. 

  Contudo, um dos objetivos deste breve artigo é mostrar aos jovens da Geração Muda Brasil que a expressão “A Morte Não Existe” tem outras implicações muito mais profundas do que o simples “fechar os olhos para sempre” e, a despeito delas serem altamente relevantes para a sobrevivência da Humanidade, como mostramos acima, são desprezadas por grande parte da comunidade científica com a desculpa de que “esse tema não é um assunto que caiba à ciência resolver, e que cientificamente não há evidências que corroborem a existência de espíritos ou algo com função similar que sobreviva após a morte”. 

  Quando temos a crença materialista de que “somente o que vejo com meus olhos, cheiro com meu nariz, pego com minhas mãos é real”, não há nada mais no universo que nos leve à reflexão sobre a natureza de outras realidades e sua distinção de outros tipos de ideias. O caminho metodológico traçado pelos cientistas ateus acaba resultando em dogmática negação daquilo que não cabe em seu horizonte. 

  NEGAR A EXISTÊNCIA DA CONSCIÊNCIA e sua manifestação multidimensional sem pesquisas exaustivas, () por medo de ter que modificar o saber já considerado como adquirido, ou () por preconceitos sustentados em convicções incorretas, é exemplo de superstição científica, que tem levado pesquisadores e a pesquisa de temas relevantes para o bem estar da Humanidade a um beco sem saída. 

  Por outro lado, muitos cientistas são religiosos fervorosos, e o meio científico não está vacinado contra a crença religiosa sectária. As escolas científicas oligárquicas (com predomínio de pequeno grupo) se assemelham às seitas religiosas intolerantes. O nível de cientificidade varia muito de Ciência para outra. 

  Embora durante muito tempo o dogmatismo tenha sido associado com a religião, as coisas mudaram drasticamente ao longo do século XX, quando a ciência “oficial”, considerada DONA DA VERDADE, substituiu a religião no trono do pensamento doutrinário e dogmático e o terrível veneno do materialismo tem dominado o intelecto humano em vários campos de saber. Vejamos um exemplo típico deste dogmatismo, muito fácil de entender. 

  Cientistas e autores ateístas concluem peremptoriamente pela inexistência de “Deus”, uma afirmação possível apenas a quem possuísse a totalidade do conhecimento, fato até agora inédito na Humanidade, estabelecendo assim, novo dogma explícito, dessa vez em nome da ciência. Na opinião do filósofo e professor Marcelo da Luz, no seu magistral “Onde a Religião Termina?”, os intelectuais ateus insistem em bater na tecla errada ao manter a obstinada estratégia de NEGAR a EXISTÊNCIA de “Deus”, apesar do salutar exercício de provocação ao debater e criticar abertamente as superstições, crendices e infantilismo psicológico onipresentes na sociedade. 

  Há uma crença bem difundida na comunidade intelectual ocidental (especialmente entre os arrogantes e influentes cientistas do campo da psicologia e psiquiatria) de que a crença na existência de fenômenos paranormais ou parapsíquicos é baseada em todos os tipos de desejos e necessidades imaturas, mas na opinião deles o ateísmo e o ceticismo radical são derivados de uma observação racional dos fenômenos como eles são realmente. 

  Existem certos tópicos que extrapolam a análise convencional onde o NEGACIONISMO costuma marcar presença, como no caso da negação da Pluralidade de vidas, da Vida Após a Morte, do Parapsiquismo e da Projeção da Consciência para fora do corpo humano. O NEGACIONISMO pode ser entendido como o uso de táticas retóricas com o objetivo de dar a aparência de um argumento ou debate legítimo, quando na verdade não há nenhum dos dois no que se fala. 

  As diversas formas de NEGACIONISMO possuem o denominador comum da rejeição de evidências maciças e a geração de controvérsia a partir de tentativas de negar que um consenso exista. Em geral, as pessoas que adotam essa postura usam argumentos falsos quando têm poucos fatos ou nenhum para embasar seu ponto de vista que é contra as evidências contundentes que invalidam seu ponto de vista. 

  Um ponto comum a todos estes tópicos citados acima é que os que rejeitam as evidências se aproveitam da dificuldade que existe em observá-las diretamente (porque requerem um entendimento e prática de conceitos específicos que eles não têm) para criar alguma credibilidade ao oferecer teorias mais intuitivas e simplificadas. É como que existisse uma elite poderosa, defensora ferrenha do status quo tentando esconder a verdade do povo a qualquer custo e controlar a vida das pessoas. 

  Atenção leitor/leitora: precisamos ficar bem atentos para o seguinte padrão de distorção muito comum nos julgamentos humanos: quando sabemos pouco sobre determinado assunto tendemos a superestimar nosso conhecimento enquanto subestimamos o conhecimento dos outros, ao passo que quando sabemos muito sobre outro assunto tendemos a subestimar nossos conhecimentos enquanto superestimamos o conhecimento dos outros. 

  Uma boa forma de ser sensato é prestar atenção a essa  distorção perceptual, interpretação ilógica e esse julgamento pouco acurado quando formos debater qualquer assunto. Um julgamento justo, por exemplo, requer que se ignore aspectos irrelevantes do caso, julgando os relevantes de forma apropriada, considerando diferentes possibilidades de forma aberta e resistindo à falácias, assim como o apelo a emoção. 

  Veja se você concorda ou não leitor/leitora com este ensinamento: em qualquer argumentação é indicação de sabedoria iniciar um debate pressupondo que você é a pessoa que menos sabe naquele ambiente, ou que todos sabem tanto quanto ou mais que você, ou seja, você não subestima seus interlocutores, assim tendo mais chances de ganhar a discussão e se permitindo estar mais aberto a aprender ou compartilhar do que ensinar o que sabe. 

  Os fenômenos paranormais ou parapsíquicos são estudados pela Parapsicologia que está atualmente presente em cerca de pelo menos 30 paísese encontra aceitação acadêmica em renomadas instituições de caráter científico reconhecido como aUniversidade da Virginia e aUniversidade de Edimburgo, além disso, a Associação Parapsicológica, criada em 1959, é associada àAssociação Americana para o Avanço da Ciência. 

  Apesar desses fenômenos paranormais por definição serem supostamente fenômenos não explicados cientificamente, as historiografias da psicologia e da psiquiatria em geral sustentam que a parapsicologia trouxe grande contribuição à formação e desenvolvimento de diversos conceitos científicos, principalmente conceitos ligados ao funcionamento da mente, como o subconsciente, a dissociação, o transtorno dissociativo de identidade, a histeria, a escrita automática e a hipnose. 

  Pesquisas sobre fenômenos parapsíquicos, principalmente sobre o parapsiquismo religioso (a mediunidade), foram importantes no desenvolvimento da psicologia e da psiquiatria científicas por parte de alguns pioneiros no estudo científico da mente, como os geniais Camille Flammarion, Frederic Myers e mais notoriamente William James e Carl Jung. 

  A despeito desses fatos incontestáveis, para a ciência “oficial”, perceber ou falar com seres inteligentes do mundo invisível é misticismo quântico ou pior ainda, é conhecimento esotérico e teosófico, não suscetível de verificação, e nada mais. Esse é outro entre muitos exemplos de "dogmatismo científico", que não é ciência, e sim ceticismo radical.   Contudo, um cético radical que zomba de algo que acontece ou é possível de acontecer, mas que desconhece o que está zombando, age levianamente

  Independentemente de tal ceticismo geral, leitores interessados devem compreender que o tópico que discutimos neste artigo segue as tendências vistas na historiografia da psicologia e da psiquiatria. Começando com Jim B. Tucker e Ian Stevenson, tem havido vários estudos recentes que têm feito uma boa defesa da ideia de que os fenômenos parapsíquicos e o seu estudo têm sido um fator significativo no desenvolvimento de ideias sobre a IMORTALIDADE DA CONSCIÊNCIA  

 

HÁ VIDA APÓS A VIDA HUMANA 

(Por Que a Morte Não Existe!)  

A questão da sobrevivência da personalidade após a morte é certamente 

uma das mais importantes que alguém pode fazer a si mesmo. 

A despeito de grandes dificuldades, esta questão é passível de investigação empírica.
(Ian Stevenson, Médico Psiquiatra canadense).

  Ian Stevenson (1918-2007) não foi um representante do charlatanismo médico que defendeu crenças ocultistas combinadas com conceitos científicos. Ele foi o tipo de pessoa cujas pesquisas são levadas a sério pela comunidade científica. Se você é um leigo no assunto não precisa concordar e nem acreditar, basta ter bom senso, sede de sabedoria, gostar muito de ler e prestar bem atenção ao que ele tem a nos ensinar. Pois é. Dr. Stevenson foi nada mais nada menos que o professor e chefe do Departamento de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade da Virginia, EUA.    

Em oposição ao esforço deliberado de cientistas e líderes religiosos de omitir ou impedir que tais conhecimentos se tornem conhecidos da população, o autor deste artigo se sente também na obrigação de lembrar aos jovens da Geração Muda Brasil, o grande defensor do ceticismo e do uso dométodo científico, o astrofísico e divulgador da Ciência Carl Sagan (1934-1996).

 

  Em um dos seus livros mais popular, “O Mundo Assombrado pelos Demônios” (The Demon-Haunted World), Sagan demonstrou ferramentas para testar argumentos e detectar falácias ou fraudes, essencialmente, defendendo o uso extensivo do pensamento crítico e do método científico.Nessa obra, Sagan pretende apresentar o método científicoa leigos e encorajá-los a pensar de maneira crítica e cética, demonstrando métodos para distinguir ciênciade pseudociênciae propondo o ceticismo e o questionamento ao abordar novas ideias. 

  Sagan afirma que após uma análise das suposições de uma nova ideia ela deve permanecer plausível, e então ser reconhecida como uma suposição. O pensamento cético é uma maneira de construir, entender, racionalizar e reconhecer argumentosválidos e inválidos, e prová-los de maneira independente.

  Ele acreditava que a razãoe a lógica devem prevalecer a favor da verdade relativa de ponta (isto é, o entendimento possível em determinado momento da marcha evolutiva da Humanidade). Através desses conceitos, os benefícios do pensamento crítico e a natureza "autocorretiva" da ciência emergiriam.

Sagan fornece uma análise cética de vários tipos de superstições,
fraudes,
 pseudociências, e de crenças em deuses, espíritos, bruxas,
  percepção extrassensoriale cura pela fé. SOBRE O DR. IAN STEVENSON, ASSIM SE EXPRESSOU:

 

O trabalho do professor Ian Stevenson é um dos poucos estudos sobre os fenômenos
paranormais
 que merece ser analisado pela Academia, a bem da Humanidade.

 

  Este renomado cientista canadense (aposentou-se em 2003 e dessomou em 2007) foi uma autoridade reconhecida mundialmente como o pioneiro nas pesquisas da Pluralidade de Vidas (reencarnação), a despeito de ter publicado apenas para as comunidades científica e acadêmica, e seus mais de 200 artigos e vários livros (trazendo ricos detalhes de pesquisa e argumentos acadêmicos) podem ser técnicos demais para um público leigo.

  Sua pesquisa, um repositório precioso de estudos e de informações colhidas com toda seriedade, com mais de 3.000 estudos de casos, fornece evidências discutidas em detalhes por Stevenson, apoiando a possibilidade de sobrevivência da consciência após a morte do corpo físico, apesar de ele mesmo ter sido sempre muito cauteloso ao se referir a elas como "casos sugestivos de reencarnação" ou "casos do tipo de reencarnações”.

  Embora habitualmente desconhecidas por pesquisadores e clínicos da atualidade, pesquisas sérias, como a de Dr. Stevenson, sobre a natureza da consciência e sua sobrevivência após a morte e a regressão a vidas passadas foram fundamentais para a psicologia e psiquiatria nascentes na transição dos séculos XIX e XX.   

 

O QUE NOS ENSINA A CONSCIENCIOLOGIA

(Sobre a Imortalidade da Consciência) 
 

Só acredito no que vejo com meus olhos, cheiro com meu nariz,

pego com minhas mãos ou provo com minha língua, dizem os adultos — mas não é
verdade. Eles acreditam em mil coisas que seus olhos não veem,

nem o nariz cheira, nem os ouvidos ouvem, nem as mãos pegam.
(Monteiro Lobato aos pequenos leitores, em O Pica-pau Amarelo).

  

  A expressão “A Morte Não Existe” como é ensinada pela neociência Conscienciologia, é sinônimo de “Pluralidade de Vidas”, popularmente conhecida como “reencarnação”, uma palavra que evitaremos usar, por estar desgastada e envilecida pelo uso excessivo por pessoas sem noção alguma de seu real significado e que não mais atinge as pessoas sérias e comprometidas em pesquisar a IMORTALIDADE DA CONSCIÊNCIA. 

  A Pluralidade de Vidas é uma teoria associada ao conceito de “consciência” e sugere o entendimento do princípio fundamental da evolução da consciência — a Seriação Existencial ou seriéxis, a sucessão ou série de existências interconectadas. Esta teoria foi elaborada após a verificação das hipóteses serem completadas pelos pesquisadores da Projeciologia. 

  A Projeciologia é uma área de estudo relativamente nova, proposta oficialmente enquanto ciência a partir de 1981, com a publicação do livro Projeções da Consciência - Diário de Experiências Fora do Corpo Físico, de autoria de Waldo Vieira, médico e cientista brasileiro. Em 1986, Vieira publica o tratado Projeciologia - Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano, edição gratuita do Autor, com 1.907 referências bibliográficas. A 4ª edição, revista e atualizada, publicada em 1999, com 1.232 páginas, é considerada referência internacional no estudo da PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA (PC).

O PARAPSIQUISMO 

 

  Mediante o emprego do PARAPSIQUISMO, especialmente do recurso à projetabilidade lúcida, é possível verificar o quanto o discurso da religião cristã e o de psiquiatras e psicólogos sobre as realidades post-mortem são falsos, fictícios e injustificados. O estudante-pesquisador interessado poderá constatar ser a MORTE BIOLÓGICA (dessoma) apenas uma transformação inevitável da consciência intrafísica (ser humano) em consciência extrafísica (espírito), uma das únicas certezas, no caso, praticamente absoluta na vida humana.

  O parapsiquismo é a faculdade natural da pessoa de perceber além dos cinco sentidos fisiológicos (ou seja, independente de seus órgãos sensoriais) os fluxos energéticos, dimensões e consciências extrafísicas (espíritos) mediante a utilização das bioenergias (ou energia KI na medicina chinesa) e do intercâmbio lúcido entre as consciências físicas e extrafísicas. A explicação para a presença desta poderosa habilidade é simples de entender: vivemos imersos num imenso oceano de energia e possuímos um corpo energético (energossoma), condutor da bioenergia responsável pela vitalização do nosso corpo físico (soma).

  Esta faculdade é tão pouco compreendida quanto distorcida em interpretações místico-religiosas. Ela não é privilegio exclusivo de pessoa alguma, pois é inerente aos seres humanos. São poucas as pessoas nas quais não se encontrem alguns rudimentos dela. Entretanto, aquelas em que o parapsiquismo se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, são popularmente chamadas de sensitivos ou parapsíquicos (ou médiuns ostensivos nos meios religiosos).

  Todos nós, independente de idade, sexo, raça, crença religiosa e classe social somos capazes de desenvolver nosso parapsiquismo latente. Temas relacionados ao parapsiquismo são cada vez mais comuns em livros, revistas, filmes, novelas e no dia a dia das pessoas. Frequentemente são associados à mediunidade e à religião espírita (parapsiquismo religioso), portanto, não são abordados tecnicamente, fato que gera muita desinformação e mitos.

  O motivo principal da dificuldade do ser humano em admitir e estudar o parapsiquismo é considerarmos que o limite de nosso poder de percepção é também o limite de tudo quanto é possível perceber usando os cinco sentidos. Nosso mundo mental, subjetivo e pessoal, é uma pedra no caminho do conhecimento das verdades relativas do Universo.

  Desde o princípio da Humanidade, o parapsiquismo (ou paranormalidade) é exercido naturalmente por nós seres humanos (visões de “espíritos”, audição de vozes, manipulação de energias, telepatia, PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA (PC), e muitos outros fenômenos com implicações científicas). O problema é que, desde o inicio, as pessoas deram uma interpretação religiosa a esses processos, criando dependência nos outros e estabelecendo o poder e controle religioso.

  NOTA: o engano parapsíquico — a interpretação distorcida ou errônea dada às experiências parapsíquicas e bioenergéticas dos sensitivos — pode ter dado origem às crenças religiosas. Este fenômeno é analisado no meu artigo intitulado “A Origem da Crença Religiosa”.

  A vivência lúcida e isenta do parapsiquismo, mediante o domínio das bioenergias e a saída consciente do próprio corpo (PC), possivelmente conduz a pessoa a múltiplas experiências do Universo físico e das diversas dimensões extrafísicas. À luz dessa vivência, percebe-se o quanto é inadequado rotular de “milagres” os inúmeros efeitos bioenergéticos que servem de fundamentos às religiões.

  Com o desenvolvimento do parapsiquismo a pessoa começa a entender mais sobre si mesmo, sobre a importância do autodomínio dos seus pensamentos e sentimentos; sobre as consequências das próprias ações para si mesmo e a influência pessoal nas interações com os semelhantes, a qual pode ser positiva ou não, a depender da qualidade destes pensamentos e sentimentos. Fica ciente também da realidade do assédio interconsciencial, assim como das legiões de consciências que “fecharam os olhos para sempre” e que estão padecendo do deplorável estado de PARAPSICOSE POST-MORTEM.

  Essa experiência pessoal das realidades post-mortem autocomprobatória ofereceria elementos suficientes para o rompimento das consciências materialistas e das religiosas com ceticismos dogmáticos, ilações equivocadas, mistificadoras e restritivas à autopesquisa. Eis o que diz o ex-sacerdote católico, o autor e professor Marcelo da Luz sobre o que acontece de fato, em consequência das lavagens cerebrais:

   Lamentavelmente, muitos devotos de elevado parapsiquismo procuram negar, omitir ou desconsiderar os fenômenos experimentados como visão e comunicação com pessoas mortas. Há projetores lúcidos, inclusive religiosos profissionais, cobrindo a cabeça à noite com o travesseiro, a fim de impedir a clarividência, clariaudiência, a PC e outros fenômenos parapsíquicos que poderiam lhes dar importantes informações evolutivas baseadas na autoexperimentação.

   Muitos religiosos cristãos admitem a realidade do parapsiquismo, mas às escondidas ou fechados em grupelhos, sonegando as informações ao grande público, a fim de evitar a contradição com os dogmas oficiais da igreja. Esses relatos e outros semelhantes mostram o quanto, apesar da experiência pessoal, real, concreta, incontestável, acerca da multidimensionalidade, comprovada pela projeção lúcida, essas pessoas ainda desejam retornar às fabulas ensinadas pela tradição religiosa herdada dos pais.

   Em geral, as experiências parapsíquicas são ainda explicadas ao modo de sonhos, devaneios e imaginação, os quais devem ser mantidos em segredo sob pena de os experimentadores serem considerados “pessoas estranhas”, “desajustadas” ou muito pior, que estão sofrendo de influência demoníaca (um possível candidato a exorcismo ou sessões de “descarregos”) ou de esquizofrenia ou outra doença mental e, portanto, rejeitados e estigmatizados socialmente e sujeitos a tratamentos complicados e perigosos com a ingestão de psicotrópicos ou internamento psiquiátrico a pacientes cujo único “problema” é a ignorância e a falta de domínio sobre o próprio parapsiquismo.

  Apesar de tamanho impacto exercido sobre a humanidade, o PARAPSIQUISMO tem sido praticamente ignorado pelos pesquisadores da área de saúde mental. Entretanto, nem sempre foi assim. No surgimento da moderna psiquiatria e psicologia, na transição entre os séculos XIX e XX, diversos pioneiros estudaram detidamente essa faculdade libertadora, entre os quais Carl Jung (fundador da psicologia analítica) e William James (fundador da psicologia funcional, pioneiro da Parapsicologia e considerado “o pai da psicologia americana”). INFELIZMENTE, OS FATOS E DETALHES DE TAIS TRABALHOS PERMANECEM DELIBERADAMENTE MANTIDOS DESCONHECIDOS DO PÚBLICO EM GERAL. 

 

A PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA (PC) 

 

 A PC é também conhecida como desdobramento, jornada astral, projeção astral, viagem astral, exteriorização do psicossoma, dentre outras. Já os cientistas e pesquisadores preferem denominá-lo de experiência extracorpórea ou extracorporal e experiência fora do corpo (EFC). Pode ser de 2 tipos: consciente e inconsciente.

  A projeção consciente (PC) humana é a experiência individual de percepção do meio ambiente e de outras consciências, espontânea, consciente ou induzida, na qual a pessoa parece se situar em locação espacial separada do próprio corpo físico, podendo inclusive observá-lo de maneira lúcida e comprovar para si mesma que ela não é só o seu corpo físico (soma). A explicação técnica de como acontece a PC está fora do escopo deste artigo.

  Apesar da má fama de fenômeno místico relacionado a processos nosológicos (doentio) e em risco de vida, é uma experiência benigna e natural da consciência. Segundo pesquisas da Antropologia, a projeção da consciência para fora do corpo humano é relatada por todos os povos e raças na história e acontece independente de sexo, idade, raça, religião e educação.

  A PC (ou sair do corpo físico com lucidez) é um atributo inerente ao ser humano, não é uma mera atividade onírica, aparentada do sono e da alucinação, como defendida por muitos pesquisadores, que não são projetores conscientes e pouco ou nada sabem sobre este poderoso atributo: o projetor experiente sabe distinguir muito bem quando está sonhando e quando está projetado. Nota: a palavra chave em todo esse processo é LUCIDEZ.

  Pelas pesquisas da Projeciologia, todos os seres humanos produzem a projeção da consciência, pelo menos à noite ao dormirem. No entanto, a maioria não vivencia o fenômeno com lucidez ou não traz a recordação completa quando desperta. Uma das vivências que a pessoa motivada pode experimentar, ao se projetar para fora do corpo com lucidez, é encontrar pessoas conhecidas também projetadas ou que já passaram pela morte biológica (dessoma).

  Ao despertar, a pessoa pode buscar a confirmação da experiência perguntando a quem ela encontrou projetado, se também ela se lembra do ocorrido. Algumas vezes obtém-se esta confirmação, ou seja, a outra pessoa lembra exatamente da experiência. Outras vezes, a confirmação não ocorre porque a pessoa encontrada fora do corpo não estava lúcida (ou seja, não se lembrou da experiência ao retornar ao corpo físico).

  Seja como for, a vivência de se perceber lúcido, pensando, sentindo e agindo conscientemente fora do corpo é autocomprobatória, fala por si só e não deixa dúvidas a quem experimentou o fenômeno pelo menos uma vez com lucidez plena. Passamos, em média, um terço das nossas vidas intrafísicas dormindo, e é justamente nesse período que ocorrem nossas experiências fora do corpo, quase sempre inconscientes. (Para a explicação científica do fenômeno da PC ver o tratado da Projeciologia do professor Waldo Vieira, mencionado acima). Eis o que nos ensina este pioneiro e sábio professor-projetor:

  Durante o sono normal, há uma redução natural dos processos fisiológicos, quando o metabolismo sofre uma queda acentuada. Nesse momento, as atividades cardíacas, respiratórias e digestivas são realizadas mais lentamente, permitindo que os laços energéticos se afrouxem. Ocorre, então, a soltura do nosso energossoma que vai se alimentar, através da projeção, com a absorção da energia imanente.

  Quem realmente experimentar uma só projeção bem consciente, ficará inteiramente convencido de que saiu da matéria do corpo, apesar de toda e qualquer crítica antagônica, venha de onde vier. Isso porque ela é prova da sobrevivência e imortalidade de tal natureza definitiva para o projetor, que qualquer comentário negativo a respeito de sua veracidade, torná-se absurdo, pueril e enfadonho.

  Contudo, a obtenção de uma primeira projeção com 50% de lucidez extrafísica, representa uma realização pessoal transcendente decisiva e suficiente para acarretar mudanças no ritmo de vida do projetor, como revisão de hábitos pessoais e atividades religiosas e sociais.

  Aprendemos também que as conexões energéticas do corpo humano se completam em torno dos sete anos de idade. Devido a essa soltura parcial do psicossoma (conhecido como paracorpo e perispírito) no início da vida humana é relativamente fácil para as crianças fazer uma projeção. Além do mais, os condicionamentos da vida humana adulta e as lavagens cerebrais inculcadas pelas religiões e pela mídia ainda não as subjugaram.

  A projeção consciente ou experiência lúcida fora do corpo é, então, uma das principais ferramentas de trabalho do pesquisador conscienciólogo, permitindo-lhe o acesso consciente a outras dimensões para esclarecer-se acerca de questões centrais da vida humana, e também elucidar-se sobre quem somos, de onde realmente viemos e para onde iremos após o último suspiro.

 

A PARAPSICOSE POST-MORTEM 

 

  A condição altamente patológica da parapsicose post-mortem é o estado inconsciente experimentado pela consciência “recém-morta”, a qual não absorveu o fato da morte física e permanece adstrita aos lugares, pessoas e campos energéticos que lhe eram familiares durante a vida humana, corpórea. Ou seja, continua pensando, sentindo e julgando que ainda prossegue vivendo dentro do corpo humano.

  Segundo o professor Waldo Vieira e outros pesquisadores da Projeciologia que são projetores conscientes, estas consciências parapsicóticas têm a mesma personalidade de quando estavam vivendo acopladas em um corpo biológico, sentindo todas as emoções descontroladas como tristeza intensa, inveja, belicismo, ciúme, paixão cega, raiva, frustração etc. Uma das principais causas da parapsicose post-mortem é exatamente a lavagem cerebral fomentada pelas religiões e pela doutrina materialista.

  As experiências conscientes do passado e do presente, de indivíduos dotados de parapsiquismo, atestam que a morte é um veiculo de transferência do ser energético pensante, de uma fase ou estágio vibratório para outro, sem expressiva alteração estrutural da sua psicologia. Assim, morre-se como se vive, com os mesmos conteúdos psicológicos que são os alicerces do EU racional.

  Nesta panorâmica da vida (no corpo humano) e da morte (desse corpo) ressalta um fator decisivo no comportamento humano: o apego às coisas pertencentes ao mundo material, com as consequentes emoções perturbadoras da personalidade. Depois da morte do soma (dessoma), a grande maioria das consciências intrafísicas fica ofuscada em sua lucidez e a principal razão pode ser técnica e cientificamente explicada sem dogmatismo ou misticismo de qualquer tipo.

  Estes temas e muitos outros que penetram as zonas mais recônditas do espírito e coração humanos —que AMEDRONTAM OS CIENTISTAS CONVENCIONAIS (que se recusam a pesquisar o mundo invisível inteligente); QUE APAVORAM OS LÍDERES RELIGIOSOS lavadoras de cérebro (pois ameaçam suas existências), que insistem em mistificar o que não compreendem — são amplamente estudados e investigados pela Projeciologia, um ramo, subcampo ou subespecialidade da Conscienciologia — cujo campo de conhecimento é nitidamente distinto da religião, da Filosofia e das Ciências convencionais.

  Assim, leitor/leitora, não há dúvidas que o estudo da Teoria da Pluralidade de Vidas, como é ensinado tecnicamente pela revolucionária neociência Conscienciologia, nos oferece a solução inteligente e racional para uma profusão de fenômenos morais (OU IMORAIS) e antropológicos, dos quais somos testemunhas diariamente, para os quais se procura, inutilmente, a explicação em doutrinas religiosas e filosóficas ou em pesquisas científicas, nas quais se gasta muito tempo e dinheiro com resultados medíocres (como a tentativa ridícula de se construir uma máquina com consciência!). 

Você, leitor, certamente está familiarizado com alguns dos acontecimentos a seguir. 
Qual a matriz desses fenômenos, em sua opinião?

 

 a.    Por que alguns nascem coxos, cegos, surdos-mudos ou sofrendo de enfermidades incuráveis, enquanto outros desfrutam de todos os dotes físicos e gozam de exuberante saúde?

b.    Por que encontramos o seguinte: (1) crianças instintivamente boas (que são filhas de pais perversos), vivendo em ambientes sórdidos, não obstante os maus exemplos que têm e (2) crianças instintivamente más (filhas de pais amáveis), vivendo em ambientes nobres e éticos, apesar dos bons exemplos dados?

c.    Como se explica que, de dois filhos dos mesmos pais, educados pelos mesmos métodos, um tem a tendência para a prática de atos criminosos e o outro para a prática de atos humanitários?

d.    Por que o filho de um gênio é, às vezes, um idiota que só faz bobagens, e o filho de um homem retardado, é um gênio?

  Colocar a seriação existencial em xeque, através da pesquisa isenta de preconceitos, sem manipulação de dados, é um excelente exercício, de grande utilidade a todos aqueles que não se satisfazem em simplesmente crer, mas, sobretudo, compreender o mecanismo da evolução da consciência. Ela traz ao pesquisador a saudável condição de reflexão íntima, capaz de ampliar-lhe a consciência e a visão de si mesmo.

  Nas últimas décadas, como consequência da expansão do uso das terapias alternativas e da hipnose, a questão da seriação existencial ou série de existências sucessivas (popularmente conhecida como reencarnação) vem invadindo consultórios psiquiátricos e psicológicos e os noticiários da mídia em geral, graças à popularização dos programas ou terapias que envolvem retrocognições de memória (chamadas de Terapia de Vidas Passadas conhecidas pela sigla TVP), os quais veem instigando cada vez mais a bitolada classe médica.

  Essas terapias de regressão de memória, que a princípio buscavam a origem de traumas reprimidos do passado desta vida, trazem à tona um número cada vez maior de lembranças pré-uterinas, que não serão esquecidas jamais, pois fazem parte da holomemória ou memória integral daquela pessoa.


 CONSIDERAÇÕES FINAIS
 

Não há como provar utilizando-se o “método científico” que a morte

não existe, do mesmo modo como não é possível responder à afirmação:

Prove-me que você sonhou ontem à noite. 

 

  Assim, à medida que cada um de nós se abre para a sua verdadeira natureza interdependente e multidimensional, as atitudes egoístas, preconceituosas e impensadas podem se transformar em gestos de solidariedade e respeito mútuo. A interdependência pode ser compreendida em termos de que um único indivíduo é capaz de, através de seus atos, causar efeitos, positivos e/ou negativos, em toda a sociedade. Ao mesmo tempo, esse mesmo indivíduo, por sua vez, é influenciado pelo todo.

  À medida que a consciência se expande e o indivíduo se abriga na crença racional, na certeza da sua imortalidade, ele se liberta, se agiganta, recupera a identidade e humaniza-se definitivamente, vencendo o MEDO e os seus sequazes sejam de ontem ou de agora. Em vez de nos oprimirmos e nos opormos guerreando uns aos outros, podemos compreender nossas diferenças sabendo que somos consciências imortais em evolução, compartilhando uma experiência física comum neste planeta-escola-hospital.

  Como foi mencionado no inicio deste artigo, abordamos brevemente detalhes relevantes sobre nossa imortalidade, cujas evidências maciças vêm sendo negadas ao longo de séculos pelo status quo, mas que têm a capacidade de arremessar os leitores/leitoras atentos com raciocínio critico a um estado mais elevado de autoconscientização e autoconhecimento.

  É um passo inicial no esforço para amenizar a TANATOFOBIA, pois a compreensão (semelhante ao processo da psicoterapia) é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável, na esperança de destituir () o intimidador poder religioso e () a arrogância subjacente na abordagem reducionista dos ateístas radicais que negam irracionalmente a transcendência da consciência em relação ao corpo e a matéria.

  Mas essa condição de liberdade, ousadia, coragem e independência exige certo nível mínimo de cultura geral, de conhecimento, de autoconhecimento, mas principalmente de autoestima elevada e autoconfiança. Uma minoria de pessoas está preparada para tal opção. Como membros da MASSA HUMANA IMPENSANTE, a maioria esmagadora da Humanidade sente a necessidade compulsiva de seguir algum modelo ou “pacote doutrinário”, autoridade sacerdotal, guia espiritual, guru, rabino ou pastor.

  Contudo, o que dificulta o legítimo aprendizado é, com frequência, não a falta de coragem, de inteligência ou senso crítico, mas a presença do ORGULHO (aquele conceito exagerado de si próprio). Você leitor/leitora não conseguirá adquirir autoconhecimento (o mais importante de todos os conhecimentos) se não quiser ferir sua arrogância ou altivez, se não estiver disposto a lutar contra a maré da vaidade exagerada. Daí a razão do sábio conselho:

 

Afaste de seus olhos o véu do orgulho que o impede de perceber

suas fraquezas e confessá-las a você mesmo. O orgulho e a arrogância,

causadoras da cegueira voluntária, sustentam-se apenas na ignorância e na ilusão.

 

  A demolição da presunção é necessária não apenas para que você seja uma pessoa digna e honesta, mas também para se fazer Ciência honestamente, pois a racionalidade fria exigida do cientista recomenda o esforço em buscar e dar o devido peso aos melhores argumentos contrários às causas que defende. Se você pesquisador/pesquisadora estiver relutante em descer do pedestal (e dizer “não sei, mas gostaria de saber”), porque isso é doloroso demais, permanecerá superficial em suas vivências na Escola da Vida. 

Teste seu entendimento leitor/leitora: após a breve explicação dos conceitos
fundamentais do
tema que tem sido um dos maiores objetos de preocupações

desde o início da civilização, este texto pode ser a prova de fogo

para a sua condição de livre-pensador. Senão, vejamos:

 

  A morte do corpo humano representa um período pós-operatório, curto ou longo, para os seres humanos. A explicação para este fato é a seguinte: o tipo de morte biológica pode refletir significativamente no nível de lucidez da consciência na dimensão extrafísica, podendo favorecer ou não a condição da parapsicose pós-morte (como explicado acima), ou seja, o transtorno consciencial caracterizado pelo conflito entre a realidade da dimensão extrafísica e as crenças subjetivas.

  O ato de colocar o corpo humano fora de atividade, portanto, não significa o “derradeiro sono”, ou o desaparecimento, o “eterno descanso” ou o “fim da vida” para a consciência que estava vitalizando esse corpo através do tempo, por 6, 7 ou mais décadas. Quem assim pensa tem uma grande surpresa após “fechar os olhos pela última vez”.

  Preparar-se para uma MORTE FELIZ, portanto, pode implicar um período pós-operatório curto com menos conflito no microuniverso consciencial e menor tempo de perturbação no extrafísico. Eis um teste simples e eficiente, com 10 perguntas, que você pode aplicar para eliminar esses problemas e erradicar o medo da morte (tanatofobia), o pai e a mãe de todos os medos e fobias humanas.

 

1.    Se eu soubesse que iria morrer agora, qual seria meu último desejo?

2.    O que de fato consegui realizar na vida? O que de bom eu fiz nesta existência que está prestes a finalizar?

3.    O que de fato compreendi sobre a vida e a morte? O que fiz nesta existência que gostaria de não repetir na próxima existência?

4.    Verificar pendências: se eu morresse hoje ainda deixaria muitas questões ou situações pendentes, não resolvidas ou mal resolvidas?

5.    Verificar dívidas: saldei as minhas dívidas evolutivas (compromissos cármicos)? Tenho mais credores ou devedores? (Nota: os credores irão me cobrar, os devedores me retribuir nas próximas existências).

6.    Verificar reconciliações: já me reconciliei com todos os adversários e inimigos? Restam mágoas ou desafeições?

7.    Verificar valores: quais são os meus valores? Vivi a vida intrafísica de acordo com meus valores? Negligenciei meu Código de Princípios Pessoal em troca de afeto, atenção, sexo, dinheiro ou qualquer outro recurso espúrio capaz de atender as carências individuais.

8.    Verificar aprendizado: eu priorizei o conhecimento e o autoconhecimento? Aprendi as regras de sobrevivência digna e satisfação íntima?

9.    Verificar autoculpas: eu morreria hoje em paz, com tranquilidade e a sensação do dever cumprido?

10.  Verificar propósito de vida: se eu morresse hoje, qual seria o percentual cumprido de minha missão ou plano de vida (10, 20, 40, 60 ou 80%)? 

 

MENSAGEM FINAL: Esse texto faz parte da contribuição de Dan Herman em prol do esclarecimento da Geração Muda Brasil. Aprovamos e publicamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões de modo construtivo. Se você gostou desse artigo indique-o para outros de sua estima. Cadastre-se no nosso site e receba informação privilegiada de grande valor. Encontre-me no Facebook:  https://www.facebook.com/dan.herman.986 

  Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário “De Paraíso Tropical a Inferno Latino americano”, é crente convicto da seguinte sabedoria: 

O aspecto mais triste da vida nesse século 20 é que a ciência ganha

conhecimentos muito mais depressa do que a sociedade adquire sabedoria.

(Isaac Asimov, escritor e bioquímico russo).

 As lições desse guia de alta-ajuda cobrem a área pessoal como profissional e são simples o suficiente para qualquer um de nós escolarizado compreendê-lo e ser capaz de enriquecer nossas vidas ao mesmo tempo. Para mais detalhes acesse agora www.salvesequemsouber.com.br