seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

BRASIL versus ÍNDIA 

 

A crescente religiosidade é o aspecto cultural agregador

       nessas duas sociedades dominadas pela injustiça social! 

  

  Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal!

 

  Esses dois países subdesenvolvidos são muito semelhantes em vários aspectos negativos. O tamanho continental, a desigualdade extrema, religiosidade exacerbada, hierarquização institucionalizada, cultura extrativista, patrimonialista e de mediocridade, relação colonialista de dominação, o analfabetismo em grande escala, clientelismo, fisiologismo (toma lá dá cá), peculato, suborno, extorsão, a letargia do rebanho impensante, que tudo ignora ou a tudo teme e espera, por não ser livre, o comportamento de cachorro vira-lata e de ovelha (ou cordeiro) obediente e os grandes problemas sociais — são os principais aspectos.

 

  A hierarquia é fundamental na cultura indiana. Ela assume a forma de castas e subcastas — grupos de pessoas, ou de famílias, que possuem determinadas tradições que os classificam hierarquicamente como mais “puros” ou “impuros” dentro da sociedade hinduísta. Define-se casta como grupo social hereditário, no qual a condição do indivíduo passa de pai para filho. Cada integrante do grupo só pode casar-se com pessoas do seu próprio grupo.

 

  A camada mais baixa da população nem sequer está incluída no sistema de castas. São os párias, os marginalizados da sociedade, sem profissão definida, privados de todos os direitos religiosos ou sociais, sem qualquer tipo de privilégio. São os cordeiros que, segundo a tradição, vieram da poeira debaixo do pé de Brahma (o primeiro deus no hinduísmo, considerado o criador do universo). São considerados “intocáveis” e inspiram apenas desprezo dos outros membros da sociedade.

 

  “Intocável” é o termo utilizado historicamente para se referir às pessoas que trabalham com coisas tão sujas (por exemplo, coleta de lixo e limpeza de fossa séptica) que os indianos das outras castas literalmente recusam tocar nelas.  Dependendo do local ou contexto social, os “intocáveis” são discriminados de outras maneiras – por exemplo, não comem juntos, não utilizam os mesmos pratos ou não têm acesso às casas dos “puros”. Você concorda que esse tipo de segregação, no Brasil nos remete ao tratamento dado às empregadas domesticas dos ricaços?

 

  O conceito de “pureza” na Índia se refere aos hábitos e valores espirituais. Abrange alimentação, vestimenta, religião, profissão, etc. Não existe nenhuma possibilidade de passar de uma casta para outra, nem por casamento, nem por qualidades pessoais ou profissionais. Mesmo nas grandes cidades, é muito fácil se informar sobre a casta de qualquer pessoa.  Muitas vezes dá pra saber só pelo sobrenome (muitos sobrenomes indianos vêm das antigas profissões/castas). 

 

  Essa informação pode ser utilizada pelos outros membros da sociedade em várias situações constrangedoras, como nas decisões no processo de seleção de funcionários. Algo muito parecido com o famigerado QI (quem indica) no Brasil, onde seis em cada dez empresas (60%) utilizam esse sistema injusto na hora de contratar. Também não é incomum o dono de uma empresa preferir contratar gente da mesma casta dele, ou secretamente se recusar contratar gente das castas inferiores. Você concorda que esse tipo de discriminação é equivalente ao que acontece com os negros do Paraíso Tropical?

 

  Cerca de 90% dos casamentos indianos ainda são entre pessoas da mesma casta e a casta do possível genro/nora é quase sempre um fator determinante na decisão dos pais. Algo muito parecido acontece com as famílias brasileiras que, ao longo de gerações, acumularam grandes fortunas. É extremamente raro um dos seus herdeiros se casar com alguém desprovido de bens materiais.

 

  Tudo isso, no entanto, não significa que as desigualdades econômicas entre as pessoas sejam exageradas, como no Brasil. Nem todos os membros das castas inferiores são de fato extremamente pobres. Existem ricos, ou que enriqueceram entre eles. Apesar de ter sido oficialmente abolido em 1946 e de sua prática ter sofrido alguns abalos com a invasão do capitalismo, esse sistema milenar permanece atuante na sociedade indiana.

 

  Já o Brasil forma uma sociedade relacional, em que o mais importante não é nem o cidadão nem a coletividade; o fundamental são as relações pessoais de cada um, as amizades e a rede de parentesco. Na teoria, isto é, no papel, nas inúmeras Constituições (que em geral são cópias de leis existentes nos EUA, França ou Alemanha), o Brasil seria uma sociedade individualista, voltada para a valorização do cidadão.

 

  Mas, na prática a situação é muito diferente: o importante não é o cidadão brasileiro e sim a pessoa (brasileira ou não), e sim sua rede e poder de influência, ambos associados ao seu cargo, suas amizades, o prestigio de sua família e seu poder aquisitivo para comprar funcionários públicos, policiais, juízes e políticos corruptos ou para contratar bons advogados para evitar ou burlar “legalmente” a aplicação da lei. 

 

  A despeito de toda essa “armadilha social”, a principal causa da extrema desigualdade social é a CLEPTOCRACIA que governa o Estado brasileiro. No nosso país existem 2 Congressos, escreve Lucio Vaz no seu livro arrasador “A Ética da Malandragem”: Um deleso oficial, digamos assim – uma ínfima minoria que é capaz de fazer uma nova Constituição, aprovar o impeachment de um presidente, lutar contra a ditadura, fazer leis para o país crescer. 

 

  O outroo subterrâneo, revoltante, criminoso – a grande maioria que vende votos e favores, aluga mandatos e legendas, emprega parentes, toma dinheiro de humildes funcionários, exige cargos e verbas do governo federal, assalta empresários corruptores (que aceitam as regras deste jogo sujo) e até consome e trafica drogas. 

  

  O mais trágico é que este Congresso de cleptocratas, na verdade, com seus membros todos eleitos pelo voto popular, é um triste espelho da nação e de seu povo, pois não existe corrupção política sem haver CORRUPÇÃO SOCIAL, ou seja, primeiro a sociedade se corrompe para posteriormente corromper o Estado. Muitos barões ladrões de mais alto calado continuam na vida pública há décadas. A corrupção é imoral, mas o povo tolera, portanto, tornam-se parceiro dos corruptos e corruptores, pelo menos por omissão. 

 

  Há uma frase famosa, e verdadeira, que diz que “no Brasil as leis são para os inimigos, e para os amigos aplica-se o jeitinho brasileiro”. A ideia do jeitinho sugere que se deixa de aplicar a lei em troca de propina ou “gratificação” ou a pessoa foi bem “recomendada” por alguém influente. Existe também a lei da selva e a lei do Salve-Se Quem Souber — ensinada no e-book “De Paraíso Tropical a Inferno Latino Americano”, de autoria do autor deste artigo. 

 

  A lei da selva, totalmente anticosmoética e antievolutiva, é aquela na qual cada um deve levar vantagem em tudo, mesmo usando de artifícios que seriam considerados ilegais, desonestos ou crueldade na Índia e outras culturas que “não aceitam” o cristianismo. No Brasil, ninguém confia em mais ninguém. Ninguém tem expectativa comportamental saudável em relação ao outro. A sensação generalizada é que todos estão no jogo para pilhar, corromper e roubar. O sistema está inteiramente carcomido. 

 

  Parentes que roubam o minguado salário dos seus idosos, estupros de crianças por padrastos, prostituição infantil, pedofilia praticada por religiosos influentes na comunidade, tráfico de mulheres e crianças, prefeitos que roubam o dinheiro da merenda de crianças paupérrimas etc. são todos crimes hediondos que ocorrem amiúde em nossa sociedade hipócrita, idolatradora de Jesus de Nazaré, considerado “o filho pródigo de Deus”. 

 

  Além disso, no Brasil, a despeito de toda religiosidade, não se dá o devido valor à vida humana. Veja na mídia e Internet os valores irrisórios das indenizações que são pagas no país em caso de morte ou invalidez causada por acidentes de trabalho e de trânsito — muito diferente do quadro visto em outros países onde as religiões organizadas têm pouco prestígio. 

 

  O autor deste artigo defende a seguinte tese, tecnicamente demonstrada pela Lei de Causa e Efeito (ou Lei de Causalidade): o Brasil caminha a passos largos para se transformar, nos próximos trinta anos (meados do século XXI), numa Índia Infernal da América Latina. 

 

  O indivíduo e o grupo deixaram de funcionar satisfatoriamente, vivendo numa condição de anomia social — situação em que há divergência ou conflito entre normas sociais, tornando-se difícil para o indivíduo respeitá-las igualmente. Os cidadãos seguem cada vez mais um objetivo de vida destituído de critério de valor e no qual a felicidade está sempre no futuro, nunca na realização presente. Daí, a tremenda expansão do fervor e fanatismo religioso.


  Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário “De Paraíso Tropical a Inferno Latino americano”, sente-se obrigado a advertir seus leitores da sombria realidade de nosso país:

 

Para melhorar, o Paraíso Tropical ainda terá que piorar muito. O consolo é que não há bem

que sempre dure, nem há mal que nunca acabe, mesmo que seja no Inferno Latino Americano

 

  As lições desse guia de alta-ajuda cobrem a área pessoal como profissional e são simples o suficiente para qualquer um de nós escolarizado compreendê-lo e ser capaz de enriquecer nossas vidas ao mesmo tempo. Para mais detalhes acesse agora www.salvesequemsouber.com.br