seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

                   BRASIL: DEMOCRACIA OU CLEPTOCRACIA? – Entenda, de modo definitivo, como o Paraíso Tropical há muito tempo vem sendo governado por ladrões do dinheiro público!

         Nas caóticas sessões do Congresso Nacional, os mentirosos discursam, os corruptos
sussurram, os hipócritas aplaudem e, no final, todos festejam a Cleptocracia brasileira.


           Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal!

           Este controverso tópico foi desenvolvido por um livre pensador sem medo da polêmica ou da patrulha dos “politicamente corretos”, como resposta à terrível situação do Paraíso Tropical no início do novo milênio. O tema aqui analisado nunca foi mencionado, muito menos debatido pela Grande Mídia — os principais e mais influentes meios de comunicação do país.

              Estamos certos, porém, de que as informações apresentadas serão validadas pelo reconhecimento de sua veracidade por parte dos leitores e leitoras. As situações descritas são facilmente identificáveis quando se tem um senso crítico apurado. Nasceu da convicção de que estamos atualmente numa encruzilhada.

         UMA ESTRADA LEVA a uma sociedade completamente caótica — um verdadeiro INFERNO LATINOAMERICANO, uma terra de ninguém vivendo a era do barbarismo, onde impera a impunidade, a corrupção e a incompetência em todos os setores da vida pública e privada — um país horrível para se viver para todas as classes sociais, cotidianamente sob as 4 seguintes ameaças:

1º -   O brutal declínio na sociabilidade, a violência urbana generalizada, a invasão de domicílios, a delinquência juvenil, os crimes violentos, os frequentes roubos de cargas e de pedestres, os homicídios, os arrastões, os sequestros e o vandalismo — crimes causados principalmente pelos seguintes: (1) a guerra aos pobres (ao invés da pobreza), (2) o aumento da vagabundagem e o vício das drogas, (3) o ressentimento e a polarização (étnico e social) e (4) o desemprego.

-  O tráfico de drogas e de armas (ambos fora de controle), assaltos a bancos, seguranças truculentos e armados nas esquinas residenciais, apagões e falta de água potável nas grandes cidades, constante greves nos serviços essenciais, incessantes e quilométricos engarrafamentos, aumento da mendicância, de crianças e adolescentes abandonados pelas famílias e pelo Estado.

3º -  Depressão econômica, alta inflação, abandono da saúde pública, péssima qualidade da educação escolar, os baixos salários, altos índices de desemprego de longa duração, aumento de subempregos e de empregos terceirizados,

4º -   A aceleração do êxodo rural, causando mais inchaço nos grandes centros, aumentando ainda mais os problemas ocasionados pela miséria e favelização na periferia das grandes cidades, poluição ambiental, desmatamento descontrolado da selva amazônica, mudanças climáticas catastróficas, inundações, incêndios, epidemias de doenças infecciosas.

             A OUTRA ESTRADA leva a um renascimento da esperança — a uma nação liderada por indivíduos Empreendedores Sociais e membros da Geração Muda Brasil a serviço da justiça, da qualidade de vida e do bem estar de todos os brasileiros, sem distinção de raça, classe ou status social e nível cultural. Para trilhar essa estrada não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos.      

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          O conceito da palavra “democracia” no Brasil passou a ser tão vago, tão abstrato, tão flexível, que perdeu totalmente seu sentido objetivo. Tornou-se provavelmente juntamente com “Justiça Social” as expressões mais confusas em todo nosso vocabulário moral e político. A extraordinária variedade dos usos da palavra “democracia” serve apenas para confundir, não elucidar.

           No Brasil, o autor J. Vasconcelos questiona as 7 ideias seguintes, comumente erroneamente caracterizadas como sendo a própria democracia:

 

1)    Eleição, revestida de demagogia e corrupção. 

2)    Partidos políticos usando diferentes meios e métodos, lícitos e ilícitos, para alcançar o poder. 

3)    Liberdade de expressão, com a falsa sensação do poder da fala resultar em algo transformador na sociedade. 

4)    Igualdade nas votações, com a falácia de todos serem iguais no momento da votação, embora o voto em determinado candidato possa ser transferido para o partido, ou seja, a vontade do eleitor não é absoluta. 

5)    A representação política do cidadão pode eleger seu representante embora os congressistas DEFENDAM OS INTERESSES PESSOAIS ou partidários E NÃO OS INTERESSES DE SEUS ELEITORES porque é “dono de seu mandato”. 

6)    Liberdade de imprensa, mais relacionada aos donos dos veículos de comunicação, muitas vezes comprados por políticos e partidos. O cidadão comum, sem recursos financeiros não possui esta “LIBERDADE DE IMPRENSA”.

 7)    Estando as decisões dependentes da vontade ou nas mãos dos eleitos e não dos eleitores, não se pode afirmar que tal “DEMOCRACIA” é o governo da maioria.

       “Democracia” passou a ser uma palavra mágica, que associada a alguma outra palavra qualquer, cria uma expressão que implica numa finalidade a qual quaisquer meios são justificáveis. Na maioria dos casos, o termo “democracia” anexada serve na prática para negar o sentido da palavra.

         Como exemplo, podemos pensar em racial, e questionar o sentido de democracia racial — uma ideologia que esconde preconceitos e estigmas. Um dos sinais mais evidentes e alentadores da inquietação dos jovens da Geração Muda Brasil é a irrupção de uma nova consciência sobre as relações raciais na sociedade brasileira. Durante muito tempo essa realidade foi escamoteada por essa ideologia.

       Daí a importância de conhecer um pouco de História do Brasil. Tomando-a como uma acumulação crítica de fatos e experiências vividas, fácil se torna perceber a importância de seu estudo para a compreensão das instituições pelas quais uma sociedade se governa.

       “Se houvesse um povo de deuses, esse povo se governaria democraticamente”. Com tais palavras, repassadas de pessimismo, mostra o genial francês J.J. Rousseau no Contrato Social, o grau de perfeição que se prende a essa forma de governo, cuja prática o mais abalizado filósofo da democracia moderna duvida seja possível aos seres humanos para servir-lhe às conveniências.

      De acordo com Rousseau, governo tão perfeito não se adapta a seres humanos vivendo num planeta onde predomina o egoísmo, onde a coletividade se caracteriza apenas por assinalada diferenciação entre fortes e fracos. Neste ambiente de insanidade mental onde os mais fortes monopolizam a força e o poder, de modo concentrado e organizado; onde os mais economicamente dotados impõem aos mais fracos sua vontade doentia.

       Ou muito pior ainda, governo tão perfeito não se adapta a seres humanos vivendo num Estado populista como o Brasil, construído com a noção de “manda quem pode e obedece quem tem juízo”.

       Somos o campeão mundial da desigualdade econômica (chamada incorretamente de desigualdade social, que ela acaba de provocar), onde impera a impunidade dos criminosos de terno e gravata. Se considerarmos o termo DEMOCRACIA com todo o rigor, chegaremos à conclusão de que no Brasil jamais houve e, em minha opinião, provavelmente jamais haverá verdadeira democracia.

       No sistema moderno, no entanto, o povo não governa propriamente (o que representaria uma democracia direta). Assim, os atos de governo são exercidos por membros do povo ditos “politicamente constituídos”, que são aqueles nomeados para cargos públicos através de eleição.

     Ou seja, partindo-se do conceito de que a DEMOCRACIA deve ser o governo do povo para o povo, se constitui pesado insulto, uma verdadeira injuria e afronta à inteligência de uma pessoa não pertencente à turba impensante, dizer que temos no país campeão mundial da desigualdade econômica uma DEMOCRACIA.

      Em todo século 20, até a chegada da ditadura militar, nunca houve no Brasil democracia verdadeira como se costuma pregar, mas uma PLUTOCRACIA DEMOCRÁTICA (governo do dinheiro), o que evidentemente traduz um paradoxo.

     Ou democracia minoritária, em que ao invés do bem comum, prevalecia o interesse pessoal, o interesse particular de uma elite minoritária indiferente ao resto da população, uma elite altamente egoísta composta de grandes banqueiros, das oligarquias agrárias, dos grandes fazendeiros e industriais da “seca nordestina” e dos políticos oportunistas e achacadores que se aproveitavam da ignorância popular, contra o interesse geral da coletividade.

       No meado da década de 80, após a malévola ditadura dos milicos incompetentes e traidores da Pátria, a “democracia depravada” ou governo do dinheiro lentamente se transmudou em uma CLEPTOCRACIA— um Estado de corrupção política desenfreada, um governo da riqueza desonesta, dos interesses econômicos antissociais, que perdura até os dias atuais. Ou seja, o Brasil tornou-se um gigante avacalhado, governado principalmente por ladrões do dinheiro público!

      A CLEPTOCRACIA ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder arbitrário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis governamentais (ou melhor, foram “eleitas” por imbecis que pertencem à massa humana impensante) e que conseguem transformar esse poder político em riqueza material por diversos modos ilegais, para ser usufruída em benefício próprio.

     A ausência de um Estado de Direito forte (isto é, as leis da Constituição são ignoradas para garantir os interesses de uma minoria) leva a decadência social e econômica de uma nação. É o que vem ocorrendo há décadas com o Paraíso Tropical!

     Você concorda leitor/leitora, que a grande maioria da classe política brasileira trabalha o tempo todo em causa própria? São hipócritas que criticam a injustiça não por recearem praticá-la, mas por temerem sofrê-la!

     O maior exemplo dessa hipocrisia é a Proposta de Emenda Constitucional denominada de PEC 37 (conhecida como a PEC da Impunidade), que visa livrar os corruptos das investigações do nosso valoroso Ministério Público (MP). Essa emenda constitucional tira o poder investigativo do MP e somente beneficia corruptos.

    A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte do sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam o suborno,  fisiologismo, clientelismo, nepotismo, peculato, a extorsão, sonegação fiscal e alavagem de dinheiro, de forma que estas ações delitivas ficam impunes, devido a que todos os setores do poder estão corrompidos, desde o poder Judiciário que colabora com a impunidade pela sua lentidão e ineficiência, aos funcionários da lei e todo o sistema político e econômico.

     NO BRASIL, QUEM SÃO ESSAS PESSOAS? QUEM SÃO ESSES CLEPTOCRATAS? Eles fazem parte de mais da metade do grupo que governa nosso país e dirige nossos destinos: são cerca de 61.100 políticos, espalhados por todos os setores da administração pública. Ver detalhes mais abaixo.

     Nenhuma profissão é mais importante do que a de político, porque um político incompetente e desonesto pode ter uma péssima influência sobre a vida das pessoas muito maior do que a de qualquer outra profissão. Na política brasileira é muito difícil distinguir os políticos capazes, dos políticos capazes de tudo.

     Os destinos da sociedade são comandados pela política — que como forma de atividade humana, está estreitamente ligada ao poder. O poder político é o poder de um indivíduo sobre outro. As pessoas que obtêm poder político tendem a usá-lo em benefício próprio. Mesmo que as pessoas e as normas da sociedade não permitam, há uma tendência a surgir a corrupção. O poder político, mesmo não sendo absoluto, tende a corromper.

      Isso explica porque todos os países tendem a se tornar cleptocratas se não ocorrer um combate real pelos cidadãos, em sociedade. Em economia social, a capacidade de os cidadãos combaterem a instauração do Estado Cleptocrático é fortemente correlacionada ao CAPITAL SOCIAL (ações coletivas por parte dos cidadãos) da sociedade.

    Contudo, numa nação onde uma grande percentagem de cidadãos pertence ao grupo dos analfabetos funcionais ou ao grupo dos politicamente alienados essa capacidade é praticamente inexistente!

CAUSAS da CLEPTOCRACIA

O Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada,
tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.
(Diego Mainardi, escritor e colunista brasileiro).

      De acordo com a Ciência Política, “O que é não pode ser compreendido sem o conhecimento do que há sido”. Daí nosso primeiro relevante questionamento:

Quais as condições que assentiram ao Estado brasileiro ter em funcionamento este trágico e usurpador sistema político que ameaça o futuro dos nossos jovens e do Brasil? Em minha opinião eis as 6 mais importantes causas ou condições:

         Em primeiro lugar, a despolitização generalizada, a base social politicamente alienada e pouco informada, que forçada a votar, elege e reelege eleição após eleição políticos oportunistas, inescrupulosos, desonestos e incompetentes.

         Como consequência dessa alienação política de grande parte da população, surgiram dois estilos de desenvolvimento brasileiro que se resumem em desordem e atraso ou ordem e abundância: ordem para os que estão em baixo da pirâmide social (os pobres e miseráveis) e abundância para os que estão por cima (cerca de 10% da população).

           Em segundo lugar, essa pequena elite do topo que controla os mais influentes meios de comunicação de massa (a Grande Mídia) e grande parte da riqueza do Brasil tem o poder de financiar partidos e fazer doações (leia-se empréstimos) para campanhas eleitorais numa magnitude que pode influenciar de forma desigual os legisladores e a opinião pública.

         Em terceiro lugar, o sistema político brasileiro desde a época colonial não é senão a ditadura da corrupção e da incompetência em estado crônico, a irresponsabilidade geral, a irresponsabilidade consolidada, a irresponsabilidade sistemática dos poderes executivo, legislativo e judiciário.

      Em quarto lugar, a rápida proliferação de várias megaempresas eclesiásticas brasileiras (apelidadas de evangélicas) em todas as regiões do país, e que colaboram tremendamente para o fanatismo religioso, a alienação e despolitização generalizada e para a hipnose coletiva, com uma contagiante indiferença para as coisas erradas e malfeitas.

      Uma cultura de passividade e apatia, e cidadãos obedientes e dóceis como uma matilha de cães vira-latas ou um rebanho de ovelhas obedientes, não são consistentes com a democracia. Quem cala, consente e o silêncio do povo equivale pois a aceitação! Se manter em silêncio quando se deveria protestar, transforma os indivíduos em covardes.

       Em quinto lugar, é a desastrosa impunidade reinante, pois a punição dos políticos corruptos agraciados com o famigerado foro privilegiado ou a punição dos corruptores que podem contratar bons advogados é rara ou insuficiente, como consequência da morosidade da justiça e do sistema penal ineficiente.

         Por exemplo, se um prefeito é acusado de um crime, ele não será julgado por um juiz comum. O caso dele será decidido por um tribunal de apelação. Se o acusado é um membro do Congresso, o caso será decidido pela Suprema Corte, que tem 60 mil casos aguardando julgamento (casos que afetam a sociedade), e não tem tempo algum para decidir processos criminais.

        Para o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa, o Judiciário condena muito os desvalidos, mas deixa impunes os mais abastados. O excesso de recursos também estimula a impunidade no Brasil. Segundo ele:

Um caso envolvendo duas ou três pessoas não é concluído no Brasil em menos de
cinco, sete, às vezes dez anos, dependendo do status social da pessoa”.

      E finalmente, a mais importante condição que contribui para o Brasil ser governado por ladrões: não existe corrupção política sem haver corrupção social, ou seja, primeiro a sociedade se corrompe para posteriormente corromper o Estado.

      A corrupção social se apresenta sempre que os indivíduos não possuem desinteresse individual, ou seja, quando não conseguem sacrificar um interesse particular em prol do interesse coletivo. Cabe repetir aqui a célebre frase de Hubert H. Humphrey, ex-presidente dos EUA:

 É verdade que existem vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa
parte da população e merecem estar mal representados.”

       Em outras palavras: o povo tem o governo que merece! Mais detalhes sobre essa condição de “cidadãos cachorros vira-latas” e de “rebanhos de ovelhas obedientes”, muito comum em nossa sociedade, leia minha análise “Cultura de Qualidade versus Cultura de Mediocridade” em Tópicos Recentes de  https://www.salvesequemsouber.com.br

 
      Um povo mal informado e politicamente alienado acredita no primeiro demagogo que aparece, engole suas mentiras como pílulas salvadoras e, por cegueira, ignorância ou por carência, segue o caminho de seu próprio infortúnio.
    

    ATENÇÃO: é importante também ressaltar que a corrupção é um crime biunívoco no sentido matemático do termo pelo fato de que para cada corrupto existente no domínio governamental existe um corruptor no contradomínio privado.

QUEM GOVERNA O BRASIL

Só há uma nobreza que respeito: a do CARÁTER.
E só há uma soberania a que me curvo: a do TALENTO.
(Autor desconhecido). 

►   Eis nosso segundo relevante questionamento: como justificar de modo irrefutável que somos um país “abençoado por Deus”, mas governado por indivíduos desonestos, verdadeiros ladrões mafiosos — que roubam, furtam, afanam, surrupiam, se apropriam, passam a mão no bem público?

A justificativa é simples de entender se você sabe responder à seguinte pergunta
técnica: como o Brasil é governado? Ou quem governa o Brasil?

      A pergunta pode parecer descabida, sinal de total desconhecimento da atualidade. Se for feita a um brasileiro caipira, analfabeto, agraciado com bolsa esmola seria respondida com facilidade: “Quem governa o Brasil é dona Dilma!”. Feita a um candidato a concurso público seria respondida mais ou menos como está escrito nos livros de História:

     O tipo de governo no Brasil é a República Federativa, constituída por 26 Estados, 1 Distrito Federal e 5570 Municípios. O Estado brasileiro está organizado em três Poderes: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O Poder Executivo está representado na pessoa do Presidente da República e seu Gabinete de 39 Ministros e Secretários. O Presidente da República tem à sua disposição 770 servidores. 

     O Poder Legislativo, representado pelo Congresso Nacional, é exercido pela Câmara de Deputados e pelo Senado. São 513 deputados e 81 senadores. O Senado conta com 3.516 funcionários terceirizados, pertencentes a 34 empresas cujos contratos custam anualmente R$ 155 milhões de reais e aproximadamente 2.500 servidores de carreira, a um custo anual de 1,4 bilhão de reais. Ou seja, são 6016 funcionários à disposição de 81 senadores.

     Cada um dos 5570 municípios tem um Prefeito e vários vereadores, são os representantes do Poder Executivo e Legislativo em nível municipal. Cada um dos 26 estados tem um Governador que representa o poder da administração estadual em suas relações jurídicas, políticas e administrativas. O governador do Distrito Federal, por ser um caso singular (município neutro), exerce certas funções que são cabíveis ao prefeito.

     Assim, podemos afirmar categoricamente quem governa o Brasil da atualidade (2015), isto é, quem dirige nossos destinos: são cerca de 61.100 políticos, uma aliança de mafiosos corruptos e interesses corporativos com o intuito de se enriquecer sem esforço dando golpes frequentes nas instituições do país.Eles estão assim espalhados por todo o Brasil:

>  Nível Federal: 01 Presidente da República com seus 39 ministros (40 políticos);

>  Nível Federal: 81 senadores;

>  Nível Federal: 513 deputados federais;

>  Nível Estadual: 27 governadores;

>  Nível Estadual: 1.059 deputados estaduais;

>  Nível Municipal: 5.570 prefeitos;

>  Nível Municipal: 53.817 vereadores.

Total de membros mafiosos que governa o Brasil e fazem parte da

CLEPTOCRACIA BRASILEIRA = 61.100 políticos.

      O caráter predominante da grande maioria desses indivíduos (a generalização deve ser enfatizada!) que governa o Paraíso Tropical é a trapaça, a má fé e a duplicidade (isto é, a falsidade, a velhacaria, a hipocrisia, a desonestidade e a deslealdade) — verdadeiros achacadores e adeptos do “quanto pior, melhor”.

   Eles são vistos, pela grande maioria da população politicamente esclarecida como ladrões do dinheiro público, pois como foi dito acima, praticam o suborno,  fisiologismo, clientelismo, nepotismo, peculato, desvio de verbas públicas, superfaturamento de obras, licitações fraudulentas, extorsão, sonegação e lavagem de dinheiro.

     São consideradas quase que unanimemente pelos brasileiros honestos de todas as classes sociais, como pessoas inescrupulosas, cujas promessas não são verdadeiras. Agem conjuntamente como se fossem “OS DONOS DO BRASIL”, os seus proprietários, podendo fazer o que bem entender.

    Num país sério que se considera democrático, os políticos não podem trocar a moeda nacional, alterar as leis trabalhistas, congelar contas bancárias, fazer transposição de rios importantes, instalar usinas nucleares, estabelecer por decreto novos impostos, promulgar pensão vitalícia para ex-governadores e aumentar seus próprios salários como frequentemente ocorre no Brasil.

      O que explica o fato do parlamentar brasileiro ser o mais caro do mundo. Atos dessa magnitude com sérias consequências negativas para a população deveriam ser discutidos em plebiscito popular em que o povo vota contra ou a favor. Daí o ditado popular que se mantém imutável através de décadas:

 Um político criterioso no Brasil é tão inconcebível quanto um assaltante honesto.

   Não há dúvidas que este raro animal (isto é, político honesto que age com sabedoria) existe, pois sabemos que toda regra tem exceção, mas encontrá-lo é como buscar uma minúscula agulha enferrujada numa montanha de palhas enlameada num dia chuvoso.

 

     MENSAGEM FINAL: Esse texto faz parte da contribuição de Dan Herman em prol do esclarecimento da Geração Muda Brasil. Aprovamos e publicamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões de modo construtivo. Se você gostou desse artigo indique-o para outros de sua estima. Cadastre-se no nosso site e receba informação privilegiada de grande valor. Encontre-me no Facebook: https:/www.facebook.com/danherman  

 
 

       Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário Manual Salve-se Quem Souber é estudante e praticante da seguinte doutrina:   

Enquanto continuarmos a eleger governantes corruptos e incompetentes

que não valorizam a educação pública, o Brasil continuará se desenvolvendo socialmente

a passos de lesma reumática ou de tartaruga com artrite.

 

     ATENÇÃO: Se você está estupefato, estarrecido e indignado com o que acabou de aprender e gostaria de saber como podemos envenenar a rataria oficial que está transformando nosso Paraíso Tropical no Inferno Latinoamericano, informe-se AGORA em “Cleptocracia: Decifra-me ou Te Empobrecerei!” no link http://salvesequemsouber.com.br